terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Os desafios de uma gestão de sucesso

Capacitar e reconhecer pontos fortes de sua equipe contribuem para uma liderança bem-sucedida



Trabalhar em equipe é uma competência essencial a todo bom profissional. Raros são os cargos que não envolvem o trabalho em conjunto. Agora, mais difícil que trabalhar em equipe é liderar pessoas. Essa é uma tarefa que exige talento, paciência e muita dedicação. Muitos profissionais, com competência e esforço árduo, tornam-se gestores. Mas nem todos se tornam verdadeiros líderes. Esta é uma competência que não se aprende nas escolas ou faculdades, mas que é fundamental para o sucesso de uma equipe.

A gestão de uma empresa traz desafios variados, como: a constante busca por inovação, o aprimoramento contínuo do processo de trabalho e a pressão para alcançar resultados cada vez melhores. Mas arrisco dizer que um dos aspectos mais delicados é sempre a gestão de pessoas. Trabalhar com seres humanos é lidar com a diferença. É saber lidar com emoções, desejos e ambições.

Os jovens profissionais do mercado de trabalho têm a necessidade de se sentirem continuamente desafiados para superarem suas próprias marcas. São jovens inquietos e que dificilmente ficam mais de dois anos no mesmo emprego. Pesquisa realizada pela Page Personnel com jovens de 20 a 30 anos mostra que 78% dos entrevistados não permanecem na mesma empresa se, em 24 meses, não forem promovidos ou receberem algum aumento. Para eles, ficar este período realizando sempre as mesmas tarefas é estagnar na carreira, e tempo é algo que eles não desejam perder.

Nenhum gestor deseja trabalhar com altos índices de rotatividade. Conseguir preparar e manter uma equipe talentosa e satisfeita com seu trabalho é um desafio até mesmo para os grandes gestores.

O principal talento de um bom líder é ser um desenvolvedor de pessoas. Este tipo de gestor, aliás, é que mais atrai profissionais de qualidade que estão interessados em aprender e motivados a melhorar ainda mais a sua carreira. Um bom desenvolvedor não trata seus funcionários como subordinados, e sim como companheiros de equipe. Ele sabe os limites de cada profissional e procura incentivar seus pontos fortes. Comemora cada conquista do profissional e o recompensa sempre que possível. Cobra bons resultados, mas sem fazer “terrorismo”. Conhece a capacidade de cada um.

Outra característica essencial ao líder é saber delegar funções. É muito comum ver pessoas competentes, que sabem realizar seu trabalho plenamente, mas que não são bem sucedidas no cargo de gestor. Este profissional precisa entender a diferença entre realizar uma ação e incentivar que a sua equipe a realize. Um gestor não deve tomar todas as responsabilidades para si, pois assim ele fica sobrecarregado e impede seus funcionários de crescerem dentro da sua profissão. Os colaboradores, principalmente, os mais novos, não querem ser apenas executores e sim esperam autonomia e poder de decisão. O gestor precisa convencê-lo a querer atingir as metas da empresa para qual ele trabalha. É preciso guiar os desejos profissionais para que trabalhe junto com a metodologia da organização.

Todo cargo que traz grandes responsabilidades pode acompanhar momentos de estresse. O trabalho sobre pressão pode acontecer por questões competitivas ou até mesmo de desorganização da empresa. É importante que o gestor saiba dividir seu tempo entre a vida profissional e a pessoal. É necessário ter uma divisão clara disso para poder trabalhar com objetividade e conseguir ter o convívio social necessário com familiares e amigos.

Um gestor de sucesso também precisa estar em paz com o seu trabalho. O ideal é ter metas claras no seu plano de carreiras e entender qual o papel que a organização onde ele trabalha desempenha dentro deste plano. Um profissional de sucesso é resultado de um equilíbrio entre habilidade, conhecimento e inteligência. Conseguir chegar ao cargo de gestor não é fácil, mas muitos já chegaram lá e muitos conseguirão ainda. Ser um verdadeiro líder, no entanto, é tarefa para poucos.

Fonte: http://administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/os-desafios-de-uma-gestao-de-sucesso/82120/.

Microsoft pode trazer apps do Android ao Windows Phone, diz site


Windows Phone
A Microsoft estaria planejando trazer aplicativos do Android para o Windows Phone e para o Windows, de acordo com o The Verge. Fontes que não quiseram se identificar informaram que a companhia planeja oferecer os apps na loja virtual Windows Store. No entanto, a empresa ainda não chegou a uma decisão sobre o caso, já que que alguns acreditam que isso levaria ao fim o sistema móvel da Microsoft.
Essa não seria a primeira vez que uma companhia faz isso para buscar um aumento de relevância no mercado. A BlackBerry já permitiu que aplicativos Android rodassem na plataforma BlackBerry 10 por meio de um emulador. Contudo, a medida não obteve sucesso em atrair mais consumidores. Segundo a IDC, a BlackBerry perdeu cerca de 40% do seu mercado no ano passado.
Mas a proposta da Microsoft estaria em um contexto mais favorável, já que a empresa é grande e não depende apenas dos seus dispositivos móveis para lucrar. Sendo assim, medidas mais radicais poderiam ser tomadas.
No entanto, considerando que o Android pode ser considerado o equivalente do Windows no ambiente mobile - já que está na maioria dos aparelhos -, essa integração poderia gerar resultados interessantes. Seria possível, por exemplo, rodar Flappy Bird no seu computador ou no seu sistema Windows Phone, duas plataformas que ficaram de fora do sucesso do jogo. Outra vantagem seria a maior base de usuários atingida com um aplicativo criado para Android. Mas problemas de compatibilidade poderiam acontecer devido à ampla gama de dispositivos com os sistemas da Microsoft.
Rodar aplicativos criados para Android no sistema Windows é já possível. Todavia, é preciso usar o emulador chamado BlueStacks. Com ele, você pode jogar games, acessar redes sociais e fazer quase tudo que você faz em um dispositivo móvel com Android. O The Verge informa que é possível que a companhia esteja negociando uma parceria com a Microsoft.
INFO entrou em contato com a Microsoft para comentar o caso e esta reportagem será atualizada com o posicionamento oficial da empresa.

FONTE: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2014/02/microsoft-pode-trazer-apps-do-android-ao-windows-phone-diz-site.shtml

Apple e Google lutam contra clones de Flappy Bird

Pouco tempo depois do fim do jogo Flappy Bird, a Apple e o Google estão tentando barrar a grande quantidade de games semelhantes em sua lojas de aplicativos, de acordo com o The Verge. Entre os clones estão Flappy Fish, Flappy Pig e Splashy Fish.
Um exemplo dessa caça aos games inspirados em Flappy Bird é o jogo chamado Flappy Dragon de Ken Carpenter, do estúdio Mind Juice Media, que teve seu aplicativo rejeitado na App Store porque o nome do seu game era semelhante ao de um "aplicativo conhecido”.
A Apple informou que não está impedindo o lançamento de aplicativos com a palavra "flappy" no nome, mas que busca evitar que jogos tentem claramente enganar o internauta, levando-o a pensar que o novo game seria um substituto ou sequência do Flappy Bird original — isso devido à grande popularidade do título nas últimas semanas. O Google não comentou o caso.
No entanto, quando Flappy Dragon foi rejeitado na Google Play, Carpenter foi informado de que ele não deveria usar dados irrelevantes, enganosos ou palavras-chave em excesso na descrição de aplicativos, títulos ou metadados". O que o Carpenter fez foi incluir na descrição do seu jogo uma frase dizendo que o Flappy Dragon era o melhor aplicativo agora que o Flappy Bird não está mais no ar.
Nintendo nega envolvimento — A Nintendo negou envolvimento com o fim do popular jogo para dispositivos móveis. De acordo com o The Wall Street Journal, a empresa disse que: "normalmente não comentamos rumores, mas essa especulação já foi desmentida". O questionamento é válido, já que o visual de Flappy Bird se assemelhava bastante com o da série Marios Bros., especialmente pelos canos verdes do cenário.
O fim do Flappy Bird foi anunciado pelo seu criador há uma semana. Apesar de estar ganhando 50 mil dólares (120 mil reais) por dia com publicidade no aplicativo, o vietnamita Dong Nguyen se dizia infeliz em suas redes sociais devido à repercussão que o jogo havia causado e que a sua "vida havia virado um inferno".
Flappy Bird é um jogo simples: o jogador clica na tela para manter o pássaro no ar para que ele possa passar entre canos verdes. A competição consiste em apenas chegar mais longe do que os amigos. Recentemente, o jogo foi adaptado para computadores, mas há até gente alugando iPhone com o game instalado por 1 dólar (2,40 reais) por minuto.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2014/02/apple-e-google-lutam-contra-clones-de-flappy-bird.shtml

Curiosidade: A Samsung rejeitou o Android

Antes de oferecer seu produto ao Google, Andy Rubin tentou apresentar o Android para a Samsung no final de 2004, procurando por investimentos em sua plataforma.
No entanto, a Samsung não viu um potencial no Android naquela época e preferiu não investir na startup. A história foi levantada pelo site Phone Arena, citando o livro “Dogfight: How Apple and Google Went to War and Started a Revolution”, do jornalista Fred Vogelstein.
Rubin foi até a Coreia do Sul acompanhado de mais sete pessoas de sua equipe e se reuniu com 20 executivos da Samsung para apresentar sua ideia de um sistema operacional para dispositivos móveis.
Segundo as declarações, ao final de sua apresentação em vez de ser recebido com entusiasmo e questionamentos, Rubin presenciou um silêncio profundo na sala. Os executivos da Samsung não levaram a sério a proposta e chegaram até mesmo a brincar perguntando se Rubin “estava louco” por trazer uma proposta tão ambiciosa desenvolvida por uma equipe tão reduzida.
Mas o mesmo não ocorreu quando Rubin, duas semanas depois, marcou uma reunião com Larry Page e fez a mesma oferta para o Google. No início de 2005, o Google decidiu não só investir como comprar o Android por US$ 50 milhões, considerada uma das mais importantes aquisições realizadas pela empresa.
Inicialmente pensado para rodar em câmeras digitais, após a aquisição do Google Rubin e sua equipe passaram alguns anos desenvolvendo o sistema para ser utilizado em dispositivos com tela sensível ao toque - o primeiro dispositivo com Android, o HTC G1, foi lançado em outubro de 2008.
Atualmente, Rubin é chefe da divisão de robótica do Google e o Android é o sistema operacional móvel dominante no mercado. A Samsung por sua vez é a principal fabricante de dispositivos com a plataforma.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/samsung-teve-oportunidade-de-comprar-o-android-mas-rechacou-a-ideia.shtml
Google e Foxconn podem estar trabalhando na fabricação de robôs




A gigante taiwanesa Foxconn estaria trabalhando em conjunto com o Google na fabricação de robôs. A informação vem do Wall Street Journal, que afirma que a parceria já vem desde o ano passado, e que Andy Rubin, chefe da divisão de robótica da empresa americana, ainda teria se encontrado recentemente com o CEO asiático para “acelerar a entrega” dos robôs nas fábricas orientais.

Segundo fontes próximas ao assunto ouvidas pelo jornal, Terry Gou, o chefe da Foxconn, teria se animado com as tecnologias de automação demonstradas pelos parceiros no encontro. Além disso, Rubin teria pedido aos taiwaneses ajuda para “integrar uma companhia de tecnologia que o Google adquiriu”, que seria beneficiada pelos avanços em engenharia mecânica feitos pelos asiáticos.



A tal companhia poderia muito bem ser a Boston Dynamics, comprada pelos norte-americanos em meados de dezembro do ano passado. Os valores não foram revelados, mas a negociação chamou bastante atenção por mostrar que o Google tem mesmo grandes ambições no ramo da robótica – além da criadora de máquinas como o Wildcat e oPetman, outras sete companhias especializadas no ramo já foram compradas pela gigante.

Na época dessa última aquisição, aliás, foi reportadoque o Google se focaria primeiramente na manufatura, o que está sendo confirmado com essa parceria. Isso porque o interesse da Foxconn nessa área é enorme, segundo o WSJ: há algum tempo os taiwaneses vêm querendo acelerar a automação nas linhas de produção, de forma a contornar o encarecimento da mão de obra na China e a aumentar a atual taxa lucro por funcionário.

É no país asiático que ficam mais de um milhão dos trabalhadores da empresa, e a ideia inicial seria substituir ao menos os que lidam com partes mais delicadas no processo de fabricação de eletrônicos. Porém, mais para frente, de acordo com o jornal, a ambição do presidente da companhia seria até montar fábricas apenas com robôs, inclusive fora da China – e tudo isso compõe um belo campo de testes para os ambiciosos projetos do Google.

Analistas ouvidos pelo WSJ ainda citaram a eventual criação de um sistema operacional da empresa americana voltado para robôs usados por fabricantes. Há sentido nisso, já que a iniciativa fortaleceria o Google frente a rivais que também têm propostas dentro do ramo da robótica, como a Amazon, com seu projeto de drones-entregadores, e até a Microsoft.


Usada por bancos e esquecidas por programadores, linguagem guanha fôlego com tecnologia de conversão para java



Ainda muito utilizado por bancos, a linguagem de programação velha de guerra COBOL enfrenta uma escassez de programadores no mercado, e migrar para uma nova linguagem não é tão simples parece. Mas uma startup norte-americana chamada Heirloom Computing quer tornar as coisas um pouco mais fáceis. Dona de uma tecnologia capaz de converter para Java as aplicações desenvolvidas na complexa e antiga linguagem, a empresa está chegando ao Brasil em parceria com a DTS, companhia especializada em migração de tecnologias legadas – e promete rodar o COBOL até mesmo na nuvem.

Chamada de ELPaaS (sigla para Enterprise Legacy Platform-as-a-Service), a ferramenta é uma forma interessante para se “libertar de duas prisões”. Isso, claro, nas palavras de dois dos responsáveis por ela: Frayne Sunahara e Randy Fowler, executivos da empresa.



A primeira das prisões mencionadas por eles é a da dependência de mão de obra especializada na linguagem, cada vez mais rara. Ela é substituída em parte por desenvolvedores que criam em Java, capazes de ler e entender o novo código e até mesmo de adicionar funções a ele. A segunda prisão, por sua vez, é a do uso dos Mainframes, as máquinas utilizadas para rodar e gerenciar os dados relativos às aplicações em COBOL. Como o novo código rodará em um ambiente virtualizado em Java, torna-se possível usar servidores em UNIX tradicionais ou até mesmo uma nuvem pública ou privada de uma companhia, que é outro ponto interessante da tecnologia.

Adaptação – O processo de conversão (que, garante a dupla da Heirloom, não é uma simples tradução) se dá por meio de um plugin. Ele cria o código-fonte em Java, baseado no original em COBOL, e depois compila a aplicação. Como é flexível – e até “livre demais”, segundo Fowler –, “o Java pode entender como o COBOL se ‘sente’ ou se comporta pelas conversões”.



As migrações ainda mantêm a lógica de funcionamento original, evitando que o conhecimento da aplicação seja perdido, e rodam como se estivessem na linguagem antiga. De acordo com Sunahara, nenhuma limitação foi encontrada até agora na migração, e as aplicações já foram testadas em pelo menos 30 plataformas de nuvem diferentes.

A mudança não exige grandes adaptações, já que desenvolvedores em COBOL e em Java podem, de certa forma, entender o código. Fowler ainda lembra que isso abre um leque interessante de possíveis implementações no sistema, graças à boa variedade de APIs na linguagem mais nova. Fora que, no caso de bancos, facilita a comunicação entre equipes de desenvolvimento interno (COBOL) e de caixas eletrônicos e smartphones (Java), que “são duas tribos diferentes”, nas palavras de Sunahara.

Preço e manutenção – Os custos de migração também têm um retorno de seis meses a dois anos, de acordo com experimentos feitos pela companhia. O preço da manutenção, no entanto, já depende de outros fatores, como tamanho dos servidores UNIX ou da alocação na nuvem – esse último fator, calculado de acordo com a demanda. São pontos que empresas maiores, que eventualmente possuem um Mainframe, podem ver como um obstáculo, embora sejam até menos relevantes a companhias menores, que não arcam com os custos de uma máquina do tipo.

Questão de segurança – O Java tem chamado atenção negativamente quando o assunto é segurança. Em cada pacote de atualizações liberado pela Oracle, boa parte dos updates está relacionada a brechas no software. Para tentar passar mais confiança aos clientes, a Heirloom tem uma parceria no exterior com a EMC, empresa responsável por grandes servidores, que são, na teoria, devidamente blindados contra eventuais ataques.

Aqui no Brasil, a parceria é com a VMWare, que é parte da EMC. Dessa forma, espera-se que as mesmas soluções de segurança adotadas pela empresa principal também cheguem à tecnologia da Heirloom distribuída por aqui.

É uma tática interessante adotada pelas duas companhias, mas mesmo Sunahara admite que qualquer sistema é vulnerável de alguma forma a quebras de segurança. Evitar um ataque 0-day, por exemplo, seguirá praticamente impossível – mas medidas tomadas rapidamente podem evitar que maiores estragos sejam feitos nas companhias.

Contrato e distribuição – O contrato entre a Heirloom e a DTS foi assinado no final do ano passado, e tem validade indeterminada. Ele começa a valer já neste ano, e, segundo Fernando Parra, presidente da DTS, as vendas da tecnologia têm início neste mês, junto com a campanha de marketing e com a saída da certificação. O objetivo da parceria é atender a 10 casos de migração de tecnologia só em 2014.

Fim do COBOL? – Vale mencionar que, apesar de tudo, a tecnologia de migração ainda não significa um ponto final para a vida da velha linguagem de programação. Segundo os dois representantes da Heirloom, ambos com algumas dezenas de anos de experiência em desenvolver em COBOL, ela ainda tem muitas capacidades que muitas outras não têm. Para lidar com dinheiro, por exemplo, a linguagem segue como uma das mais indicadas.

Mas as empresas, de acordo com eles, precisam se adaptar para sair desse mundo, especialmente pela dificuldade que há em fazer uma alteração em um sistema baseado em COBOL. É preciso analisar com cuidado, é claro, mas uma migração parcial para Java é um começo – e já simplifica a adição de um recurso ou modificação em uma aplicação de cartão de crédito, por exemplo.


Novidades de PES 2014 e a Inteligência Artificial continua BURRA




De um lado um time valendo mais de 870.000.000, com força 936, pontuação 619, o que significa uma bazuca contra… o time que você inicia da Master League Online. Você já tem mais de 2 mil vitórias online, já ganhou vários torneios, Time dos Sonhos, Abertos Master League e etc. Você já conhece todas as manhas, atalhos, sabe “quebrar” a marcação individual e sabe que como qualquer game de esportes, o importante é aprender e decorar os scripts do jogo para “adivinhar” as jogadas.





No contra, 1X1 online isso funciona, mas quando botamos a suposta IA para funcionar a coisa degringola.

Chutinhos de peido de Ibrahimovic, Cristiano Ronaldo ou Aguero ao sair cara a cara com um Ivyghasek é dose pra mamute. Uma dupla de zaga com David Luiz e Kompany, com Cambiasso e Pirlo de volantes perder um combate contra Vratokov e Minandinho?

Desde Pro Evolution Soccer 2010, embora a KONAMI continue a alegar upgrades todos os anos em seu sistema de IA, o que assistimos é um festival de 0×0 e partidas insossas. Já venci Abertos Master League (Modo Técnico) com os seguintes resultados, e mais de uma vez: 1X0, 1X0, 0X0, 2X1, 0X0 (penalidades), 0X0 (penalidades), 0X0 (penalidades), 1X1 (penalidades).

Talvez a inteligência artificial usada para PES seja baseada no conceito ridículo de futebol do Felipão ou do Parreira, onde o gol é um mero detalhe. Mas o que incomoda é a ausência total de inteligência artificial, mínima que seja, em partidas e movimentos que dependam da CPU.